
Aqui “ponto turístico” quase sempre é praia, praça ou povoado — não parque temático. Este texto é um índice: ângulo em uma linha e link. O corpo completo fica nas páginas dedicadas.
Construída por volta de 1610, marco jesuíta e marco simbólico da vila. Praça em volta, festas tradicionais (Festa do Divino). Visite com respeito: é templo vivo, não só monumento.
Comércio, restaurantes, artesanato em dias de movimento. Ponto de partida natural para praias e passeios.
Museu de Ossos do Tavinho, casa de farinha e saberes de dendê — quando abertos, enriquecem o lado que não é só snorkel. Datas e visitação variam.
| Lugar | Por que ir |
|---|---|
| Boca da Barra | Rio + mar, pôr do sol, perto da casa |
| Tassimirim | Piscinas menores na maré baixa |
| Cueira | Areia longa, coqueiros |
| Moreré | Piscinas naturais famosas |
| Bainema | Selvagem, pouco movimento |
| Castelhanos | Extensão atlântica, passeio de lancha |
Povoado de pescadores no sul, com a Igreja de São Sebastião de frente para o mar. Ritmo antigo. Muitos passeios de lancha ou quadriciclo fazem escala.
Além da praia e das piscinas: vilarejo pequeno, barracas, vida local em escala íntima.
Tecnicamente no eixo Tinharé–Cairu, mas inseparável da experiência Boipeba: flutuantes, ostras, pôr do sol no rio.
A APA, os manguezais e as trilhas são o “parque” da ilha — natureza em primeiro plano, sem cercadinho de atração.
Não tente ver tudo em um dia. Escolha um eixo por jornada: vilarejo + Boca da Barra; ou Moreré na maré certa; ou Castelhanos + ostras. A Verde e Mar fica no centro disso — 50 metros da praia, reserva única.

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